Fraude na entrada
Documentos falsos, deepfakes e contas de terceiros entram pelo onboarding. O que passa na abertura vira prejuízo lá na frente.
A Shiel ID protege o onboarding e as transações sensíveis do seu banco com verificação de documento, biometria facial e liveness com detecção de ataque. Menos fraude, mais conversão e conformidade nativa com as novas exigências do Banco Central.
Validações processadas
De conversão
De precisão
Conta laranja aberta com documento adulterado. Sequestro de conta via engenharia social. Pix de alto valor disparado por um fraudador com a credencial certa. Para um banco, cada uma dessas falhas é perda financeira, dano de marca e, agora, responsabilização direta perante o regulador.
O Banco Central fechou o cerco em 2025 e 2026. A política deixou de ser de recomendação e passou a ser de tolerância zero, com responsabilização objetiva de cada participante por omissões nos controles de fraude.
Documentos falsos, deepfakes e contas de terceiros entram pelo onboarding. O que passa na abertura vira prejuízo lá na frente.
Golpes de engenharia social e troca de SIM transformam o cliente legítimo na maior vulnerabilidade. Senha e token não bastam mais.
A Resolução CMN 5.274 exige controles de identidade proativos e liveness em sistemas críticos como Pix e STR, com adequação até 1º de março de 2026.
Prazo de adequação à Resolução CMN 5.274: 1º de março de 2026. A responsabilização passou a ser objetiva — cada participante responde por omissões nos controles de fraude.
A Shiel ID resolve identidade no ponto de entrada e no ponto de risco. No onboarding, garante que a conta nasce com uma pessoa real e verificada. Na transação crítica, confirma que é o titular, e não um fraudador, autorizando a operação. Tudo na mesma plataforma, com uma única integração.
Verificação completa na abertura de conta: documento, biometria, liveness e cruzamento de bases. Conta aberta em minutos, fraude barrada na porta.
Prova de vida no momento da transação sensível: Pix de alto valor, aumento de limite, troca de dispositivo, recuperação de acesso. A identidade volta a ser verificada exatamente quando o risco aparece.
O cliente fotografa o documento, faz uma selfie e está dentro. Por trás, a Shiel ID roda em paralelo a leitura e validação do documento, a comparação biométrica facial, a detecção de prova de vida e o cruzamento com bases oficiais e antifraude. O fraudador para na porta. O cliente legítimo entra sem atrito.
OCR e validação de autenticidade de RG, CNH ou CRNM, com detecção de adulteração.
Comparação 1:1 entre a selfie e a foto do documento.
Confirma que é uma pessoa real e presente, bloqueando foto, vídeo, máscara e deepfake.
Validação de CPF, checagem em listas restritivas e sinais antifraude antes da abertura.
Resultados para o banco
Queda na fraude documental e em contas laranja.
Mais conversão na abertura, com jornada de poucos segundos.
KYC e trilha de auditoria prontos para fiscalização do BCB.
Custo por verificação previsível, sem analista manual no caminho.
A maioria das fraudes não acontece na abertura. Acontece depois, quando um fraudador assume uma conta legítima. A Shiel ID adiciona uma prova de vida rápida nos eventos de maior risco, confirmando em segundos que é o verdadeiro titular antes de autorizar a operação. É o fator de posse e biometria que o regulador agora cobra, sem transformar o app numa corrida de obstáculos para o cliente honesto.
Aciona quando importa
A Resolução CMN 5.274 elevou a barra de cibersegurança do setor e tornou métodos baseados em conhecimento, como pergunta de segurança, um risco operacional. A norma empurra a adoção de fatores de posse e biometria com liveness em acessos e transações críticas, com prazo de adequação até 1º de março de 2026. A Resolução BCB nº 506/25 ainda criou a marcação de fraude transacional, exigindo identificar operações suspeitas no próprio cliente. Liveness transacional é como você responde a isso sem matar a experiência.
Resultados para o banco
Bloqueio de sequestro de conta e fraude por engenharia social.
Autenticação forte alinhada à CMN 5.274 e à Resolução BCB nº 403/2024.
Atrito aplicado só no risco, preservando a jornada do cliente legítimo.
Evidência biométrica auditável de cada transação crítica.
A Shiel ID não é só antifraude. É a camada técnica que traduz a exigência regulatória em controle implementado e auditável. Cada verificação gera trilha completa, pronta para fiscalização.
Controles de identidade proativos, MFA e liveness em sistemas críticos, com rastreabilidade.
Sinais e regras para apoiar prevenção à fraude na abertura de conta.
Autenticação forte multifatorial com biometria e monitoramento em tempo real.
Suporte à marcação de fraude transacional.
Privacidade by design, consentimento e minimização de dados.
Controles de segurança aplicados em cada etapa da jornada.
API REST e webhooks em tempo real para conectar sua jornada e sua régua de risco. Seu time entra em produção a partir de 1 dia, com suporte de engenharia dedicado.
Construída para o arcabouço do BCB e da LGPD, não adaptada de fora.
Uma identidade do cadastro ao Pix, sem costurar dois fornecedores.
Detecção de ataques de apresentação contra foto, vídeo, máscara e injeção.
Segurança máxima no risco, fricção mínima no cliente legítimo.
Time de engenharia no fuso, no idioma e na regulação do seu banco.
Agende uma demonstração e mostramos como proteger seu onboarding e suas transações críticas, com adequação à CMN 5.274 antes do prazo de março de 2026.